PM Vale Day, eu fui, você vai?

Quem é de São José dos Campos e região conta com uma inciativa sensacional para conhecer mais sobre gerenciamento de projetos. Trata-se do PM Vale Day, encontros mensais voltados para compartilhar conhecimentos sobre esta disciplina.
Atuando como uma comunidade prática, o grupo reúne membros de diversas empresas da região do Vale do Paraíba e São Paulo. O evento está em sua 10 edição e foi idealizado pelo Hugo Lourenço.
Tomei conhecimento por acaso e o encontro deste fim de semana foi o primeiro que participei. Desejo estar nos próximos e quem sabe, posso, caro leitor, te ver lá. É uma chance de fazer networking e trocar conhecimentos.
Quem quiser saber mais, é só acompanhar o site.
http://pmvaleday.yubi.me/index.html

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CSIA – Aula 1 – Introdução e o Framework de Execução de Estratégia

Há 2 semanas fiz minha primeira aula do curso de Gestão Avançada de Projetos. Minha meta é fazer um “post” para cada aula, assim cumpro com dois propósitos:

  • dividir o conhecimento com os leitores e eventualmente trocar experiências sobre o assunto;
  • reter o conteúdo das aulas (seguindo o principio da pirâmide de aprendizado).

Resolvi começar o curso pelo módulo “Convertendo Estratégia em Ação (CSIA)“. A escolha deve-se por ser umas das matéria obrigatórias do curso e por refletir o meu atual momento profissional onde o nosso grupo tem que fazer escolhas para melhor otimizar recursos e demandas.
O ponto principal deste módulo é entender a importância de se ter estratégias e projetos alinhados para o sucesso de ambos.

Aula 1 – Introdução e O Framework de Execução de Estratégia (SEF – Strategic Execution Framework)
Professor: Mark Morgan

A aula começou com uma simples dinâmica de grupo que ao final conscientiza a turma alguns pontos importantes para a conduzir um projeto:
  • Todos devem conhecer o seus objetivos e a qual estratégia. Comunique-os.;
  • Não se deve assumir que os outros saibam o que você quer;
  • Esclareça os papéis e as responsabilidades (se não souber, perguntê-os?);
  • Não dependa da comunicação por e-mail;
  • Use métricas que tenha sentido;
  • Mantenha pessoas informadas.

A aula do Mark Morgan centrou-se em apresentar o Framework de Execução de Estratégia (SEF – Strategic Execution Framework). O modelo foi desenvolvido pela consultoria americana IPS em parceria com a Universidade de Stanford.

O antigo modelo de gestão de projetos comumente conhecido, centrado em três pilares (escopo, prazo e custo) agora passa a considerar outras variáveis para garantir o sucesso. Trata-se de uma mudança de pensamento (de ““Get it done!” para “Get the right results!”). Um projeto errado concluído pode ser tão desastroso que um projeto inacabado.

Mark Morgan também mostra que quem define a Estratégia tem que estar próximo e alinhado com quem gere os Projetos, Programas e Portfólios da empresa. Decisões sobre quais projetos se devem investir recursos acontecem toda hora, quer quem define a estratégia queira ou não.
Itens como cultura, estrutura, propósito devem estar coerentes com a estratégia da empresa. Dentre os exemplos, ele cita a fundação Mozilla, que além de seus poucos funcionários, conta com mais de 10000 voluntários em torno do propósito de teruma internet aberta. Será que a fundação Mozilla teria este exército de colaboradores se fosse voltada para o lucro? Ou a IBM, será que ela se diferenciaria no mercado sem ter que transformar sua cultura e estrutura para atuar como uma consultoria e não mais como uma fabricante de computadores (um “commodity”)?

Referência:

Estudando Gestão de Projetos em Stanford

Há alguns anos, eu seriamente considerava fazer um curso MBA no exterior. Mais recentemente, eu passei considerar outras opções no país. Apesar de eu não estar cursando um MBA no momento, eu recentemente optei por um curso que há tempos me atraia: Gestão Avançada de Projetos pela Universidade de Stanford.

O que é:

Trata-se de uma certificação data pela universidade aos alunos que cursam no mínimo 6 das inúmeras matérias relacionadas a gestão de projetos oferecidas pela universidade. Três matérias são obrigatórias e as demais eletivas. A principal vantagem é que o curso pode ser feito on-line ou na própria universidade.

O propósito do curso é oferecer ao aluno conhecimento completar a disciplinas tradicionais de gestão de projetos (gestão do tempo, recursos e escopo). O curso vai fundo em matérias como estratégia, liderança, design thinking, cultura, mudanças, etc.

Com um bom planeamento e optando pelo curso online, o custo do curso sai bem em conta e o valor por matéria pode ser diluído a longo dos meses. Cada matéria fica disponível para o aluno durante o período de 90 dias.

Estou gostando da experiencia e engana-se quem pensa que aulas online não são uma boa opção. Através deste formato, consigo parar e assistir novamente a aula quantas vezes eu quiser. Em caso de duvida, eu tenho acesso via e-mail aos professores durante o período do curso. Além disso, há bastante leituras complementares.

Para quem quiser saber mais:

Matéria Época (Jan/2012) – Conteúdo com Grife
Folder do Curso – Stanford Advanced Project Management

Gerente de Projetos, Prós e Contras

Tenho um colega de trabalho, que assim como eu, adora livros de gestão. Ele tem uma pequena biblioteca em sua mesa de trabalho e neste fim de semana, resolvi pedir um dos títulos emprestados: o “Project Management” do autor Gary R Heerkens. 
É um livro, como o próprio nome já diz, sobre gestão de projetos. O diferencial é que o autor explica como gerenciar um projeto através da história de um personagem. Ele mostra os desafios encontrados por um recém nomeado gerente de projetos. Lembra-me um pouco do livro o Segredo de Luiza, que a apresenta o que é empreendedorismo através da jornada da personagem Luiza na criação de um negócio.
Ainda estou no início, mas um parágrafo que me chamou a atenção é onde ele explica os prós e contras de ser nomeado gerente de projeto.


Prós:

  • pode ser um passo para uma promoção;
  • dá uma sensação de dever cumprido;
  • não há rotina;
  • dá certa liberdade/ autonomia;
  • uma oportunidade de criar mudanças em uma organização.
Contras:

  • requer tolerância a politicagem;
  • requer tolerância a ambigüidade e incerteza;
  • há muita responsabilidade, mas pouca autoridade sobre as pessoas;
  • sentir-se distante do lado técnico;
  • você pode ser percebido como alguém que não tem um trabalho sério na empresa.