Podcast com o presidente do Great Place to Work no Brasil

logotipo do Instituto Great place to Work
O Great Place to Work é uma consultoria presente em diversos países do mundo. Desde 1980, ela foca em entender o que faz um ótimo local de trabalho. Anualmente, junto com a Revista Época, a GPW Brasil reconhece quais são as empresas destaque em motivação de seus funcionários.

O podcast é uma entrevista com José Tolovi Jr. que aconteceu em 2008, mas continua bem atual para quem se preocupa com clima organizacional.

> http://www.podbr.com/2008/09/01/jose-tolovi-jr-great-place-to-work-brasil/

Segue os pontos que gostaria de destacar da entrevista:

  1. Cuidar bem de pessoas passou a ser fator estratégico.
  2. Geralmente as empresas bem ranqueadas no GTW, são as que também ganham prêmios em Responsabilidade Social;
  3. Qualquer empresa, de qualquer setor, de qualquer tamanhão, de qualquer grupo de pessoas, pode ser eleita como um bom local para se trabalhar. Há a constante desculpa de que em alguns tipos de empresas e/ou funcionários tornariam o desafio mais fácil, o que, na opinião de Tolovi, é uma mera desculpa para não levar o tópico a sério;
  4. Há três elementos chaves nas melhores empresas para se trabalhar em qualquer lugar do mundo:
    4.1. Confiança (relação entre líder e liderado);
    4.2. Orgulho (como a pessoa se relaciona com o próprio trabalho e como ela vê a própria empresa);
    4.3. Camaradagem (ambiente de colaboração entre as pessoas e a não existência dos famosos “feudos”)
    .
  5. Dentre os três, o ambiente de Confiança é o primordial. A relação entre chefe e subordinado é o mandatório para existir um ótimo local de trabalho. A GTW divide este tópico em três partes:
    5.1. a credibilidade do chefe perante o funcionário (tenho confiança no meu chefe? Ele cumpre o que diz?);
    5.2. o respeito de como o funcionário se sente tratado pelo chefe (meu chefe me ouve? Sou apenas mais um número);
    5.3. a imparcialidade (como são feitas as promoções? Meu salário é justo? As regras são justas?).
  6. Algumas empresas como o Mcdonalds chamam a atenção pelo alto turnover. Segundo Tolovi, isto acontece devido ao perfil da empresa. A escola da rede é contratar quem esta está estudando. Ela entende que o Mcdonalds é o primeiro emprego e que poucos, após um período de um ano, poderão ser promovidos.
    Mesmo assim o Mcdonalds entende que a saída destes profissionais (estudantes) pode representar uma chance melhor fora da rede.
  7. Nas melhores empresas, há mais mulheres ocupando posições gerenciais. A tendência é a igualdade de gêneros.
  8. Curiosidade: O instituto nasceu a partir de um livro escrito sobre o tema. O escritório do GPW no Brasil é o primeiro fora do EUA. Em 1997, a lista passa a ser publicada anualmente em revistas no Brasil e em 1998 nos EUA.
  9. A missão do GPW é melhorar a sociedade partir dos ambientes das empresas.

Para quem quiser conhecer o trabalho da GPW, recomendo ficar atento na publicação anual da lista na revista Época. Vale a pena ter um exemplar.

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Meng Tan, do Google, fala sobre a importância da Compaixão no local de trabalho.

Compaixão traz felicidade, segundo Chade-Meng Tan, o responsavél por cultivar a cultura da compaixão dentro do Google. Meng Tan também é conhecido como the Google “Jolly Good Fellow”.
Como propósito de vida, Meng Tan quer espalhar a paz mundial. Ele acredita que a compaixão pode se espalha mais facilmente quando ela for praticada de forma mais prazeroza e, por que não, lucrativa.

Segunde ele, a compaixão pode ser dividida em três partes:
1 – Afeto – “Eu sinto por você”;
2 – Cognição – “Eu entendo você”;
3 – Motivação – “Eu quero ajudar você”.

Com base nos elementos que fazem parte do sentimento de compaixão, Meng Tan faz um paralelo com o conceito de liderança do Jim Collins.
Segundo Collins, o líderes extraordnários são humildes ( parte 1 e 2)  e ambicionam em fazer o bem (parte 3). Como eles querem fazer o bem em primeiro lugar, eles não são egocentricos e portanto, ótimos líderes, .

E é promovendo a compaixão entre os funcionários que o Google quer formar líderes. Além disso, tal atidude inspira os colaboradores.

Como você pode promover o bem? Como a sua empresa está servindo a comunidades?
Qual é a sua autonomia em criar iniciativas que promovam a compaixão entre seus colegas de trabalho?

Veja o vídeo:

Melhores Vídeos Motivacionais para Equipes

No fim do ano passado, tive a chance de preparar uma apresentação para toda a equipe. Agora em fevereiro, participei também na organização de um workshop para lideranças na empresa. Em ambas as oportunidades fizeram-se necessário garimpar algum vídeo que pudesse motivar e passar a mensagem especial aos participantes.
Abaixo, a seleção dos melhores. Nem todos foram usados, mas compartilho aqui os quais eu julgo mais bacanas e que talvez possam ser utilizados por vocês para motivar suas equipes.

Obs.: Seguem os nomes conforme os vídeos podem ser encontrados no Youtube.

A História de um Vencedor


Descrição: Narra a história do ciclista Lance Armstrong, quem, além de vencer nas pistas, conseguiu vencer a mais difícil das provas, o câncer.
Tempo: 11 minutos.
Temas: superação; trabalho de equipe.

Any Given Sunday


Descrição: Famoso discurso de Al Pacino, que interpreta um técnico de futebol americano no filme Any Given Sunday (Um Domingo Qualquer). No discurso ele resalta a importância do trabalho em equipe sobre o talento individual. “(…) That’s a team, gentlemen and either we heal now, as a team, or we will die as individuals. (…)”
Tempo: 5 minutos.
Temas: trabalho de equipe.

Inspirational 2010 Nike Ad


Descrição: Na hora “H”, o que importa é ter garra. Comercial da Nike fala sobre a importância da paixão que é capaz de vencer quaisquer obstáculos e contradizer números e previsões. “(…) este é um tipo diferente de teste, onde a paixão supera tem um jeito engraçado de superar a lógica (…)”
Tempo: 3 minutos.
Temas: superação; confiança.

O Problema não é meu

Descrição: Vídeo distribuido no Brasil pela Siamar. Trata do problema mais comum das organizações: a falta de comprometimento e trabalho em equipe.
Defendo a definição de papel nas equipes, mas há uma linha muito tênue ao fazer isto e não se apropriar dos problemas que afetam a organização e os clientes.
Para mim, este material é mais um vídeo de  concientização do que de motivação.
Tempo: 8 minutos.
Temas: pró-atividade; trabalho de equipe.

Paul Potts sings Nessun Dorma


Descrição: Desacreditado, Paul Potts surpreende a platéia e os jurados cantando ópera. Versão masculina de Susan Boyle tem feito sucesso na Inglaterra.
Tempo: 5 minutos.
Temas: superação; confiança; julgamento errôneo.

Steve Jobs’ 2005 Stanford Commencement Address


Descrição: Famoso discurso de Steve Jobs para formandos da universidade de Stanford. Ele conta como experiências diversas são úteis ao longo da vida. Veja a transcrição do discurso em um dos primeiros post deste blog.
Tempo: 15 minutos.
Temas: superação; possibilidades; lição de vida; recomeço.

The Best Motivation Video


Descrição: Comercial cita exempos de várias personalidades da história que surpreendentemente sofreram algum tipo de derrota ou foram desacreditados. Isto não as impediu que tivessem sucesso. Errar faz parte da vida.
Tempo: 2 minutos.
Temas: superação; erro; risco.

O melhor vídeo de motivação a liderança


Descrição: Trata-se da cena do filme Desafinado Gigantes. O principal mérito deste vídeo é mostrar o quanto que uma liderança próxima consegue extrarir o melhor dos colaboradores. E o mais importante, o quanto a percepção das pessoas podem influenciar a percepção dos demais membros da equipe. A atuação do técnico não deve ser confundida pelo público como micro gerenciamento, mas sim uma maneira de incentivar equipe.
Tempo: 7 minutos.
Temas: superação; liderança, trabalho em equipe.

OS 14 MANDAMENTOS de David Neeleman

 

David Neeleman

David Neeleman

Os ensinamentos de David Neeleman para montar um negócio de sucesso*

1  – SIGA SUA PAIXÃO
Vá atrás de algo que desperte seu interesse genuíno.

2  – PENSE “FORA DA CAIXA”
Seja sempre criativo e nunca tenha receio de falhar.

3  – APRENDA
Trabalhe com os melhores profissionais e absorva seus métodos.

4  – ESTEJA PRONTO PARA MUDAR
Flexibilidade e disposição para mudanças são essenciais para alcançar o sucesso.

5  – CONSTRUA A MELHOR RATOEIRA PARA OS RIVAIS
No caso da JetBlue, ela consiste em tarifas baixas e serviço diferenciado.

6  – NÃO TENHA MEDO DOS COMPETIDORES
Estude a fundo os pontos fracos dos rivais.

7  – ESTEJA BEM CAPITALIZADO
Sem um caixa forrado, nenhum negócio, por melhor que seja, sobrevive à primeira turbulência.
 
8  – PRESTE ATENÇÃO AOS DETALHES
São eles que seduzem os consumidores.

9  – CUIDE BEM DE SEU PESSOAL
Funcionário feliz trata bem o cliente.

10  – RESPEITE OS CLIENTES
Ofereça sempre o melhor serviço e crie uma relação de lealdade com ele.

11  – CONTROLE CUSTOS
Eficiência operacional é o segredo do negócio.

12  – TECNOLOGIA, TECNOLOGIA, TECNOLOGIA
Automatize tudo.

13  – APAREÇA SEMPRE
Faça palestras, dê entrevistas, apresente-se. Essa exposição rende milhões de dólares em publicidade grátis.

14  – SEJA AUTÊNTICO
Transfira para a empresa seus valores pessoais.

*Fonte_Flying High – Como David Neeleman enfrenta a concorrência, de James Wynbrandt

Saiba mais em Época Negócios

Cultura Corporativa, o quanto ela é importante?

Em entrevista recente a editora executiva da revista Exame, Cristine Correa (@criscorrea), o empresário Ricardo Semler fez uma afirmação bem interessante sobre cultura corporativa.
Durante uma palestra que ele deu a dirigentes americanos, ele pediu aos executivos em escrevessem em um papel os principais valores dessas empresas. Após o intervalo, Semler misturou os papeis e na volta, os dirigentes, quando questionados, disseram que os papéis que estavam a sua frente ainda refletiam os valores de sua empresa. Lição da história, por mais que as empresas trabalhem arduamente na construção de seus valores, no geral eles não fogem básico como: cuidar do cliente; cuidar do funcionário; inovar sempre e ter o melhor produto/serviço.
Para ele, a cultura é afetada pelo ambiente da empresa e ela está em contante transformação. Segundo Semler, queira ou não queira, não há como fugir disso.
Após ver a entrevista, fiquei decepcionado com a dura realidade. Mais recentemente, pude constatar que o Semler de certa forma está certo. Na maternidade onde minha filha nasceu, na falta do que ler, peguei um catalogo que falava sobre o grupo. Por incrível que pareça, o valores que norteiam a maternidade não diferem muito os valores da multinacional onde eu trabalho.
Na minha opinião, mesmo que haja similaridade de culturas, isto é fato, acredito que as empresas não podem abrir mão de, cada uma ao seu modo, exercitarem tais valores. É a chance que elas têm para sempre se auto-avaliar em relação a estes conceitos universais no mundo corporativo.
Mais importante do que os valores de uma empresa e, que poucas empresas consideram, é ter um propósito claro de definido. É o que Guy Kawasaki define como um mantra. O propósito ou mantra é o que faz com que a empresa seja percebida como algo mais amplo por funcionários, clientes, e investidores. O proposito é o que faz com que os funcionários transformem o mercado onde a empresa atuam, é o que dá um significado ao trabalho. O mesmo conceito é o que transforma os seus clientes em evangelistas e dão aos seus investidores a sensação de estar construindo um legado.

Exame TV – Ricardo Semler falando sobre cultura corporativa

Trecho de uma palestra de Guy Kawasaki em Stanford: “Don’t write a mission statement, write a mantra”

De qualquer forma, convido ao você a opinarem? Valores são realmente importantes para uma empresa? E propósito? O quanto sua empresa poderia avançar se tivesse um propósito claro expresso em poucas palavras? Há empresas que tem, além de valores, um propósito definido, o que você acha?

Daniel Pink falando sobre o que realmente motiva os profissionais

Como vocês podem ver, gosto muito do tópico motivação. Um dos autores que descobri recentemente é o Daniel Pink. Ele é o autor de “Drive: The Surprising Truth About What Motivates Us” que em português chama-se “Motivação 3.0, Os Novos Fatores Motivacionais que buscam tanto a realização pessoal quanto profissional”.
Em entrevista a rede CBS, ele resumiu o que motiva as pessoas. Uma vez que remuneração esteja fora da mesa de negociações, há 3 fatores que influenciam a motivação de uma pessoa.
Autonomia (Liberdade para direcionar nosso trabalho);
Domínio. A sensação de que estamos melhorando em algo que importa (Por isso creio que o feedback para seja é importante para pessoas. Por que será que vídeogame nos engajam);
Propósito (Sensação de que fazermos parte de algo maior que nós mesmos. Sensação de que o nosso trabalho faz parte de algo grande, importante e nobre)

Daniel Pink: What Really Motivates Workers (Video – 8min)
http://moneywatch.bnet.com/career-advice/video/daniel-pink-what-really-motivates-workers/386642/

Liderança Tribal. Sua tribo quer mudar o mundo?


TED Conference

Dave Logan é um dos autores do livro, “Tribal Leadership – Leveraging Natural Groups to Build a Thriving Organization” cujo nome foi traduzido para “O Executivo e sua Tribo – Lidere sua Tribo Corporativa e Maximize a Produtividade e o Lucro da Empresa”.

Despertei meu interesse pelo livro depois de saber que a ZAPPOS, empresa americana de venda eletrônica, distribui gratuitamente a versão “audiobook” em seu site.
Segundo o autor, desde os primórdios da humanidade, nós vivemos em tribos. Hoje, nas empresas, isto não é diferente. São grupos que variam de 20 a 150 pessoas. Tais grupos, segundo Logan, têm mais poder do que seus líderes.

O entendimento dessas tribos influenciam a forma de liderar. Enquanto que para alguns, liderar é uma tarefa que acontece com muita facilidade, para outros, por mais que se dediquem, por mais que sigam as regras, por mais que pareçam fazer a coisa certa, liderar parece algo difícil e não gera bons resultados. Por que isto acontece? A questão pode não ser necessariamente o líder, e sim a tribo onde ele está inserido.

Para os autores, é preciso saber se relacionar com as tribos e ajudá-las a avançar para o próximo estágio. Para entendê-los, os autores classificaram 5 tipos diferentes:

  1. “os hostis”
  2. “os desmotivados”
  3. “auto centrados”
  4. “colaborativos”
  5. “desbravadores”

Tabela - Tribos

O primeiro estágio, “os hostis”, são aqueles que consideram que “a vida é uma droga”. Geralmente este perfil é encontrado em gangues e em prisões. Eles, em sua maioria, não têm respeito pela vida e pela sociedade.

O segundo estágio, “os desmotivados”, encaram a vida através de uma perspectiva um pouco diferente da primeira. Para eles, “a vida, especificamente a deles, é uma droga”. É comum identificar este perfil quando se escuta pessoas reclamando:
“o dia está ruim porque eu estou com calor”, ou
“o dia está ruim porque eu estou frio”.
“estou cansado porque eu tenho muito trabalho”, ou
“estou cansado porque eu tenho pouco trabalho”.
Sempre há como justificar e anunciar o porquê de sua insatisfação pessoal. Um grupo assim, segundo Logan, trabalha o suficiente para não ser demitido. Acaba não enxergando oportunidade ou ameaças ao negócio justamente por entregarem somente o básico à empresa. Uma empresa desmotivada dificilmente vai para frente.

O terceiro grupo, “autocentrados”, é o mais comum no mundo corporativo. Eles são motivados e, muitas vezes, bem sucedidas. Os autocentrados tem o senso de equipe equivocado. As pessoas são úteis enquanto servirem ao seus propósitos. Constantemente tenta tornar quem está ao redor uma réplica delas mesmas. São pessoas que gostam de falar sobre elas mesmas, mas não escutam o próximo. Julgam fazer o melhor trabalho do mundo e acreditam que os demais não colaboram com ela. Apesar do sucesso profissional, isto as deixam extremamente insatisfeitas. Em uma conversa entre duas pessoas com este perfil, há uma mudança constante de tópicos, uma vez que cada um quer superar o outro.
Aí eu paro e pergunto meu caro leitor, você conhece alguém que seja assim? É fácil não é. Basta olhar ao redor, certo?
Pare e pense mais um pouco. E você? Já parou para pensar como você atua? Será que você é mesmo o “the choosen one”? Quantos de nós pensamos que somos os heróis do dia? Quantos de nós nos julgamos insubstituíveis?

O quarto grupo, os “colaborativos”, difere-se do terceiro por deixar a postura individualista de lado e acreditar no poder do grupo. É a partir desde estágio que os grandes avanços começam acontecer. O grupo começa a partilhar valores e estes valores os mantém unidos. Cooperação e objetivos comuns guiam a tribo. O sucesso dos indivíduos dependem do sucesso do grupo. Porém, ainda há o senso de competição com quem não faz parte da panela. O lema aqui é “Nós somos bons, vocês não”.

Já as empresas no estágio cinco encaram o mundo como maravilhoso. São cooperativos e unidos por um proposito como mudar o mundo. É o caso da empresa farmacêutica que quando perguntada sobre quem é seu maior concorrente, o funcionário afirma ser o câncer. São empresas que querem deixar sua marca na humanidade. Transcendem seus mercados de atuação. São as empresas neste estágio que criam as maiores inovações de qualquer industria.

O papel do líder (formal ou informal) ajudar as diversas tribos, gradualmente, a avançar de estágio. Olhe ao seu redor, em que estágio você está? E as pessoas ao seu redor? Pergunte qual é a sua paixão? Qual é a paixão do seu grupo?O que move as pessoas? Será que há algo comum entre vocês? Será que o que move você precisa de um upgrade? Você não está sozinho e, em tempos de colaboração, esta jornada que deve ser feita em grupo.


Authors@Google


Book Brief -Bnet.com

Veja também:
Do You Want To Be Donald Trump Or Steve Jobs? – The John King Interview
http://mixergy.com/tribal-leadership/